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sexta-feira, 5 de junho de 2009

Mata ciliar retorna ao Vale do Paranapanema

Quando a mata ciliar vai voltar a existir às margens dos nossos rios de Santa Catarina? O Rio Imaruí, o rio Cubatão, o rio Braço do Norte, o rio do Povoamento e tantos outros agradeceriam por este carinho!

Mata ciliar retorna ao Vale do Paranapanema

da Folha de S.Paulo

Se os números da recomposição das matas ciliares (vegetação na beira de rios fundamental para a biodiversidade) ainda são tímidos no Estado de São Paulo, existe pelo menos uma mudança de cultura em relação ao problema, segundo pesquisadores ouvidos pela Folha.

"Aqui no Vale do Paranapanema, a situação melhorou muito", diz Giselda Durigan, engenheira florestal do Instituto Florestal de São Paulo. "Pelo menos não há mais lavoura até a margem do rio. Plantios foram feitos e a qualidade da água dos rios melhorou", diz.

Apesar das ações pró-ativas, a recuperação ainda engatinha. Como a recomposição da mata ciliar só é obrigatória para quem desmatou a partir de 1989, e ela chega a custar R$ 15 mil por hectare, poucos plantios ocorrem de fato.

Em São Paulo, existe 1 milhão de hectares degradados de mata ciliar. "Temos hoje comprometidos, via Ministério Público, a recuperação de 18 mil hectares, que está em curso", diz Ricardo Rodrigues, da USP.

O Estado tem ainda um banco de áreas no total de 1.900 hectares para os interessados.



(da FolhaOnLine: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u576610.shtml)

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Projeto recupera matas

Muito boa a idéia! Porque não aplica-la para recuperar as matas ciliares em Santa Catarina? Empresas interessadas e engajadas não faltam! E rios importantes se as suas matas de proteção às margens também não faltam! Vejam por exemplo o rio Cubatão, em Santo Amaro da Imperatriz, para citar apenas um...

Projeto recupera matas

O Estado de S.Paulo

- Para incentivar a recuperação de matas ciliares no Estado de São Paulo, a Secretaria do Meio Ambiente do Estado está lançando o Banco de Áreas para Recuperação Florestal. A idéia, conforme a coordenadora do Projeto de Recuperação de Matas Ciliares da secretaria, Helena Carrascosa, é criar um canal entre o produtor que precisa e quer recuperar áreas degradadas em sua propriedade e não tem condições financeiras e a empresa ou indústria que quer compensar emissão de carbono e não tem área disponível para isso.

''Vamos juntar quem quer recuperar e não tem dinheiro com quem quer financiar o plantio'', explica. Cerca de 340 hectares de áreas ciliares já estão disponíveis no banco de áreas e já podem receber investimentos de pessoas físicas ou jurídicas. O banco faz parte do Projeto Ambiental Estratégico Mata Ciliar, da Secretaria do Meio Ambiente.

Os proprietários de terra interessados podem cadastrar áreas rurais que tenham nascentes ou fiquem perto de cursos d''água. Já as empresas interessadas em investir no reflorestamento, como neutralização de emissões de gases de efeito estufa ou mesmo como ação de responsabilidade social, podem consultar o banco de áreas e solicitar as informações sobre áreas específicas.

A inscrição da área no banco é voluntária e sem custo. No entanto, é necessário que o proprietário da terra comprometa-se com a manutenção e o monitoramento da mata após a recuperação.

Na área não deve haver nenhuma obrigação legal (judicial ou administrativa) para a recuperação. O formulário para inscrição e a lista de áreas já disponíveis podem ser acessados pelo site www.ambiente.sp.gov.br/mataciliar.


(de http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup172369,0.htm)