(de http://www.estadao.com.br/economia/not_eco192362,0.htm)País tem de ser celeiro do mundo, diz Lula a produtores
LEONENCIO NOSSA - Agencia Estado
BRASÍLIA - "O Brasil tem de ser o celeiro do mundo, mas com qualidade", afirmou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a um grupo de agricultores, produtores de alimentos orgânicos, durante café da manhã no Palácio do Planalto, informaram hoje participantes do encontro.
Na reunião, os produtores apresentaram ao presidente uma lista de reivindicações do setor, como a abertura de uma linha de crédito especial de R$ 500 milhões por ano; criação de cursos de agroecologia nas universidades federais; e cursos profissionalizantes na rede de escolas técnicas federais.
Segundo o vice-presidente do Sindicato dos Produtores Orgânicos do Distrito Federal, Ricardo Rodrigues, Lula informou que pretende anunciar nos próximos dias uma série de medidas para a agricultura familiar que beneficiariam as 19 mil propriedades rurais em que se produzem alimentos orgânicos certificados no Brasil.
Rodrigues disse que Lula elogiou o trabalho dos produtores de alimentos orgânicos e afirmou que esse trabalho "é um diferencial importante" nas negociações e vendas de produtos agrícolas brasileiros para Estados Unidos e países da Europa.
"Sou o primeiro presidente orgânico da história", brincou Lula, de acordo com relato de Rodrigues. Ele contou também que o presidente disse que, na residência oficial do Palácio da Alvorada, cria galinhas caipiras, que ficam soltas no quintal e se alimentam de grama.
O segmento de produtos orgânicos, no Brasil, segundo o secretário de Inclusão Social do Ministério de Ciência e Tecnologia, Joe Valle, movimenta US$ 500 milhões por ano. Ele comentou que o mercado mundial de orgânicos, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), movimenta US$ 60 bilhões por ano. Valle disse que esses produtos, além de agregarem valor à produção de pequenos agricultores, "melhora a auto-estima e a saúde" deles.
quinta-feira, 19 de junho de 2008
País tem de ser celeiro do mundo, diz Lula a produtores
'Sou o primeiro presidente orgânico da História', diz Lula
(de http://www.estadao.com.br/economia/not_eco192359,0.htm)'Sou o primeiro presidente orgânico da História', diz Lula
Produtores de alimentos orgânicos entregam ao presidente lista de reivindicações, que inclui crédito maior
Leonencio Nossa, de O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA - "Sou o primeiro presidente orgânico da História", brincou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante café da manhã no Palácio do Planalto com um grupo de produtores de alimentos orgânicos, nesta quinta-feira, 18. O relato é do vice-presidente do Sindicato dos Produtores Orgânicos do Distrito Federal, Ricardo Rodrigues, que, junto com outros agricultores, apresentou ao presidente uma lista de reivindicações do setor. Lula disse ainda que o Brasil tem que ser o "celeiro do mundo", mas com qualidade.
André Dusek/AE
Para Lula, Brasil tem que ser o celeiro do mundo
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Na lista de reinvindicações dos produtores está a abertura de uma linha de crédito especial de R$ 500 milhões por ano; criação de cursos de agroecologia nas universidades federais; e cursos profissionalizantes na rede de escolas técnicas federais.
Segundo Rodrigues, Lula informou que pretende anunciar nos próximos dias uma série de medidas para a agricultura familiar que beneficiariam as 19 mil propriedades rurais em que se produzem alimentos orgânicos certificados no Brasil.
Ele disse que Lula elogiou o trabalho dos produtores de alimentos orgânicos e afirmou que esse trabalho "é um diferencial importante" nas negociações e vendas de produtos agrícolas brasileiros para Estados Unidos e países da Europa.
Rodrigues contou também que o presidente disse que, na residência oficial do Palácio da Alvorada, cria galinhas caipiras, que ficam soltas no quintal e se alimentam de grama.
O segmento de produtos orgânicos, no Brasil, segundo o secretário de Inclusão Social do Ministério de Ciência e Tecnologia, Joe Valle, movimenta US$ 500 milhões por ano. Ele comentou que o mercado mundial de orgânicos, segundo as Nações Unidas, movimenta US$ 60 bilhões por ano. Valle disse que esses produtos, além de agregarem valor à produção de pequenos agricultores, "melhora a auto-estima e a saúde" deles.

